Pênis e disfunção erétil no homem

Disfunção Erétil é a incapacidade do homem em ter ou manter uma ereção satisfatória para a relação sexual com sua parceira. Diversos elementos orgânicos e psicológicos estão envolvidos na função erétil, podendo classificar-se como:

Orgânica: provocada por lesões ou distúrbios vasculares, neurológicos, hormonais ou cavernosos. Psicogênica: em decorrência de inibição central do mecanismo de ereção, sem a participação de componente orgânico. Mista orgânica/psicogênica: composta pela combinação de fatores orgânicos e psicogênicos.

Na maioria de portadores de Disfunção erétil, constata-se a associação de fatores orgânicos e psicogênicos.

Em alguns casos o Macho Macho pode beneficiar a ereção mais rígida em homens, mas cada estado clinico deve-se levar em conta, podendo variar de pessoa para pessoa.

medico urologista homem

Prevalência

A prevalência da DE tem sido grande, pois trata-se de uma condição que não implica risco de vida e os homens com este tipo de problema que procuram tratamento são uma pequena parcela da população afetada. Estimativas fundamentadas em dados de pesquisa nos Estados Unidos indicam que a DE afeta 100 milhões de homens em todo o mundo. Embora essa estimativa não possa ser universalmente aplicada, ela fornece elementos para se estudar a prevalência da DE até que sejam realizados estudos correspondentes em outros países.

Fatores de Risco

Como já foi dito, a DE orgânica está associada a lesões vasculares neurológicas, hormonais ou cavernosas. A maioria dos fatores que afeta a prevalência da DE orgânica está relacionado a doenças crônicas, cirurgias, traumas, agentes farmacológicos, tabagismo e abuso de álcool e drogas.

Doenças crônicas

Um fator comum envolvido nos quadros de DE orgânica é o baixo fluxo sangüíneo no pênis, um problema freqüente em pacientes com arteriosclerose (40%) e diabetes(50%). Entre outras enfermidades crônicas associadas à DE são incluídas as seguintes:

  • Insuficiência renal crônica (45%)
  • Insuficiência hepática (25 – 70%)
  • Esclerose múltipla (71%)
  • Doença de Alzheimer (53%)

A DE correlacionou-se significativamente, segundo dados da MMAS*, com três condições clínicas principais (tratadas): diabetes, doença cardiovascular e hipertensão. Observou-se também, a associação com afecções não tratadas: úlcera péptica, artrite e alergia.

Anormalidades penianas, como as encontradas na doença de Peyronie, podem resultar em DE de acordo com a gravidade do problema. Além disso, afecções endócrinas, incluindo hipogonadismo, hiperprolactinemia, hipotireoidismo, hipertireoidismo e distúrbios psiquiátricos, estão associados a DE.

Aproximadamente 90% dos homens com depressão grave relataram DE moderada ou completa. Quase 60% dos homens com depressão moderada e 25% dos que apresentam depressão mínima, exibiam quadros de DE moderada ou completa.

Cirurgia e Trauma

A DE é uma complicação comum de traumas, irradiação e cirurgias na região pélvica, incluindo prostatectomia radical e prostatectomia transuretral. A DE tem sido relatada em pelo menos 25% dos pacientes com câncer de próstata localizado, tratados com radioterapia por fulguração externa. A DE também é uma complicação freqüente em portadores de lesão da medula espinhal, cerca de 50%.

Drogas e Outros Fatores Favoráveis

A DE é também associada ao uso abusivo de várias medicações e substâncias. Como 25% dos casops de DE podem ser atribuídos ao consumo de medicações ou a outras condições clínicas tratadas, a importÂncia da DE induzida pr drogas não pode ser subestimada.

Drogas e medicamentos associados à Disfunção Erétil:

  • Abuso de álcool ou drogas (cocaína, heroína, etc.)
  • Tabaco
  • Anti-hipertensivos
  • Antidepressivos
  • Antagonistas H2

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *